Cultura

500 mil euros para a agenda cultural de verão na Guarda

Escrito por Sofia Pereira

A agenda cultural da Guarda para os meses de verão resulta de um investimento de «cerca de meio milhão de euros» do município e é a «melhor agenda cultural dos últimos tempos», considerou Sérgio Costa, autarca local.

As mais de 200 iniciativas foram apresentadas na sexta-feira, com destaque para as Festas da Cidade que vão decorrer de 27 de julho a 2 de agosto no Parque Urbano do Rio Diz e terão a possibilidade de acampamento gratuito, no âmbito da Festa da Juventude. «O desafio foi-nos lançado pelo Conselho Municipal da Juventude e decidimos agarra-lo, abrindo a possibilidade de acampar» naquela zona durante as festas, disse o presidente da Câmara em conferência de imprensa. Até lá decorre o Guarda in Jazz, que começou esta terça-feira na esplanada do café-concerto do Teatro Municipal da Guarda (TMG) com o português Rafael Toral. Esta noite atua o Carlos Barreto Lokomotive e na quinta-feira será a vez do trompetista norueguês Nils Petter Molvaer. O festival muda-se depois para o Guarda Wine Fest, na Alameda de Santo André, que será o palco dos brasileiros Quinteto Violado (sexta-feira), do italiano Nicola Conte (sábado) e dos Coimbra Jazz Ensemble (domingo).

De 6 a 9 de agosto realiza-se o Festival de Blues, com artistas de Portugal, Estados Unidos, Bélgica e Inglaterra na Praça Luís de Camões. Outro grande destaque destes três meses vai para 5 de setembro, quando os GNR vão subir ao palco do TMG. A agenda cultural de verão inclui ainda festivais de cultura popular, sessões de cinema ao ar livre e concertos nas aldeias. A programação estival da Guarda termina com a Feira Farta, que desta vez vai acontecer no pavilhão do NERGA, na zona industrial, de 18 a 20 de setembro. Sérgio Costa recordou ter dado «a sua palavra» aos guardenses que a edição de 2025 seria a última na envolvente ao mercado municipal e central de camionagem. «Este ano vai mudar-se de malas e bagagens para o NERGA para que continue a ser o grande festival do mundo rural», justificou o presidente da Câmara.

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