Cultura

Concerto de Ano Novo hoje no TMG

Escrito por Diana Rodrigues

Na tarde do próximo sábado, a partir das 17 horas, o grande auditório do Teatro Municipal da Guarda (TMG) vai receber a Orquestra Filarmónica Portuguesa para o tradicional concerto de Ano Novo, sob a direção do maestro Osvaldo Ferreira.

Do repertório vão constar as “Valsas e Polkas” de Johann Strauss II (1825-1899), incluindo a divertida “Tritsch-Tratsch-Polka”, a graciosa “Pizzicato-Polka”, a majestosa “Kaiser-Walzer” (Valsa do Imperador), e a melódica “An der schönen blauen Donau” (Danúbio Azul). São valsas vienenses «emblemáticas e inconfundíveis polkas, que vão conduzir o público por melodias envolventes e ritmos cheios de vivacidade», adianta o maestro. Osvaldo Ferreira garante que orquestra já experienciou «tocar outros reportórios, mas as pessoas, de facto, querem ouvir as valsas e as polkas devido ao seu sentido rítmico». A primeira atuação de Ano Novo da Orquestra Filarmónica Portuguesa realizou-se no domingo, no Europarque de Santa Maria da Feira, para 1.500 pessoas, e «foi um sucesso, modéstia à parte», refere o maestro.
Quanto à atuação na cidade mais alta, o também diretor musical do espetáculo espera ter «a sala cheia, à semelhança dos anos anteriores». Alem disso, Osvaldo Ferreira levanta o véu e desvenda que estão preparadas «surpresas lúdicas e divertidas para fazer com o público, uma vez que também queremos as pessoas com boa disposição». Fundada em maio de 2016 por Osvaldo Ferreira e Augusto Trindade, a Orquestra Filarmónica Portuguesa (OFP) é atualmente considerada como uma das melhores orquestras sinfónicas nacionais. Com direção artística do maestro Osvaldo Ferreira, já se apresentou em praticamente todo o território nacional, interpretando algumas das mais importantes obras do repertório sinfónico e acompanhando grandes solistas internacionais.
A OFP tem também apoiado jovens solistas nacionais e já encomendou e estreou 15 obras de autores nacionais e internacionais, nomeadamente Ana Seara, Anne Vitorino d’Almeida, Fátima Fonte, Ana Ataíde Magalhães, Camila Salomé Menino e Sara Ross. O seu projeto é apoiado pela Direção-Geral das Artes e por fundos da Europa Criativa, da União Europeia, tendo ficado classificada em primeiro lugar entre as orquestras europeias que se candidataram ao projeto.

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Diana Rodrigues

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