Sociedade

João Pena Fonseca pede entrada adaptada para o Museu da Guarda

Escrito por Sofia Pereira

Na mais recente reunião do executivo, João Pena Fonseca estreou-se na vereação da coligação PSD/CDS/IL e chamou à atenção para as dificuldades de quem tem mobilidade condicionada no acesso a alguns equipamentos públicos na cidade, bem como na via pública.
«Quem está numa cadeira de rodas, pessoas invisuais, pessoas com mais idade e dificuldade motora enfrenta diariamente essas barreiras e dificuldades», afirmou, reivindicando alterações nas «rampas já existentes, nos passeios, transportes públicos e sinalização», entre outros aspetos que podem tornar a cidade da Guarda mais acessível para os cidadãos com mobilidade reduzida. João Pena Fonseca também sugeriu que fosse alterada a entrada do Museu da Guarda, «até pela candidatura da Guarda a Capital Portuguesa da Cultura, de forma a que se possa valorizar a mobilidade de pessoas». Na sua opinião, deveria ser feita uma rampa à entrada e colocado um corrimão amovível.
Por mais que os municípios sejam obrigados a ter em conta todas as acessibilidades para pessoas com mobilidade reduzida, a verdade é que, segundo João Pena Fonseca, há várias «rampas mal feitas por onde não posso passar por risco de partir uma roda da cadeira – coisa que já aconteceu», garantiu. Na resposta, o presidente da Câmara da Guarda declarou que a autarquia tem tido «essa preocupação e, gradualmente, tem melhorado as acessibilidades na cidade». No que toca às passadeiras, Sérgio Costa adiantou que o município já aprovou «uma empreitada de mais de 700 mil euros para requalificar cerca de 12 quilómetros de passeios e passadeiras na cidade, pelo que todas vão ficar acessíveis». Nos transportes urbanos, o edil lembrou que «parte dos autocarros elétricos recentemente adquiridos pela Câmara já estão preparados para mobilidade reduzida».

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Sofia Pereira

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