O Festival Contradança começa esta quarta-feira, na Guarda, e vai estender-se até 24 de outubro nas cidades de Gouveia e Covilhã com dança, teatro, performance, novo circo, debates e jornadas sobre literatura.
A programação da 17ª edição cruza espetáculos com criação, formação e reflexão, assinalando os 20 anos desde a criação do projeto (apenas deixou de se realizar durante três anos), dedicado à divulgação das artes performativas contemporâneas no interior do país. Organizado pela ASTA – Teatro e Outras Arte, com o apoio dos municípios envolvidos e financiado pela Direção-Geral das Artes, o Contradança vai decorrer na Guarda de 3 a 9 de setembro, em Gouveia de 24 a 26 de setembro e na Covilhã de 22 a 24 de outubro. Esta noite (21h30) há o espetáculo de dança vertical “Geure(R)a”, na Torre dos Ferreiros, na Guarda. Segue-se o concerto “Ciclo da Terra Habitada” na Praça Velha, com Diogo Araújo e Henrique Vilão. No dia seguinte há circo, novamente na Praça Luís de Camões, com Companhia Nostraxladamus e música com o Bicho Carpinteiro. No último da programação agendada para a Guarda, o TMG recebe a dança contemporânea de “Entre Corpo e Cimento” e o espetáculo “Aztura”. De 3 a 8 de setembro vai decorrer o workshop de dança “Entre Corpo e Cimento”.
Para Gouveia estão agendadas peças de teatro e criações de dança contemporânea. Assim, no dia 24, o Cine Teatro local acolhe a produção “Sob a Terra”, do Leirena Teatro, e no dia seguinte sobe ao palco a companhia de dança Esquiva. A 26 de setembro será apresentada a peça “O Capote”, da Alma D’Arame e do Teatrão, um dos destaques do Contradança. O festival muda-se para a Covilhã, onde, no dia 22 de outubro, terão lugar as Jornadas de Literatura e Artes Performativas na UBI. Nessa noite haverá teatro com o clássico “Antígona”, pelo coletivo Sillyseason. No dia seguinte, realiza-se o debate sobre “De que se fala quando se fala de criação contemporânea” no Teatro Municipal da Covilhã. Para a noite está agendada a representação da peça “Souvenir”, de Tiago Cadete. O Contradança termina a 24 de outubro com a performance “Morrer pelos passarinhos: Godôs e Bocas”, de Lígia Soares e Henrique Furtado Vieira.
O festival vai promover também a oferta de livros em colaboração com a Biblioteca da UBI, disponibilizando gratuitamente exemplares usados, de diferentes áreas do conhecimento.




