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Edição de 24-07-2014
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Secção: Em Foco

Actual autarca teve “casa cheia” na apresentação da recandidatura à Câmara da Guarda
Valente quer continuar «obra feita e investimento realizado»
Por: Ricardo Cordeiro
Tempo de leitura: 4 m
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Candidato apresentou-se em palco rodeado por dezenas de apoiantes
Candidato apresentou-se em palco rodeado por dezenas de apoiantes
O grande auditório do TMG foi pequeno para receber todos aqueles que quiseram marcar presença na apresentação pública da recandidatura de Joaquim Valente a presidente da autarquia. Numa cerimónia quase “hollywoodesca”, que teve direito a demonstrações de acrobatas, ginastas, vídeos e interpretações de canções de Zeca Afonso, o edil contou com o apoio de muitas figuras socialistas do distrito, bem como dos seus antecessores Abílio Curto, Maria do Carmo Borges e Álvaro Guerreiro.

O candidato iniciou o seu discurso de cerca de 25 minutos, e que foi interrompido diversas vezes por aplausos, garantindo que era «em nome da Guarda» que tinha decidido avançar de novo para a corrida à autarquia. Salientando que «esta não é uma tarefa de um só homem mas de uma grande equipa, que não exclui ninguém», solicitou o «apoio» de «todos» e da «Guarda». Mostrou-se também convicto de que será reeleito para cumprir o projecto político iniciado em 2005, «que mereceu o voto maioritário do eleitorado», e que «era e, é, para executar num ciclo de dois mandatos»: «Serei presidente da Câmara até ao fim dos dois mandatos, e que fique bem claro: até ao fim, porque a população do concelho da Guarda vai renovar-me essa confiança, quando for chamada a exercer democraticamente o seu direito de voto», frisou.

Valente, que se apresentou em palco rodeado por dezenas de apoiantes, sublinhou que o actual mandato «tem sido um permanente desafio à nossa capacidade de exigência e realização», mas que «nunca escondemos a realidade, nunca disfarçámos as dificuldades, e também não viemos aqui vender facilidades». Defendeu que «não aceitamos um diagnóstico simplista nem miserabilista» e que «há obra feita e investimento realizado», bastando «percorrer o concelho» para se ver, apontando alguns exemplos concretos: «Construímos a Plataforma Logística e a nova Área de Localização Empresarial. Aí estão as primeiras empresas prestes a criar emprego e dinamismo económico. Há cada vez mais operadores interessados e seguimos numa atitude pró-activa na procura de novos investidores», assegurou. A futura ligação ferroviária da PLIE às Linhas da Beira Alta e Baixa, «o início da construção de um hospital moderno», a construção dos centros escolares, a conclusão da primeira fase do Parque Urbano do Rio Diz e da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço foram algumas das obras apontadas. O edil enalteceu que «investimos em meios, espaços, equipamentos e recursos humanos», considerando que «só quem não tiver nenhuma sensibilidade para as políticas sociais e para as pessoas, é que resumirá tudo numa redutora, e nem sempre honesta, leitura de contabilidade».

Sustentou também que «lançámos uma estratégia de parcerias público-privadas para a requalificação sustentada de espaços vitais da cidade» como «o mercado municipal e o centro coordenador de transportes, o antigo quartel, e, no futuro próximo, a zona da feira e a tão esperada alameda entre a VICEG e o antigo matadouro». Considerou que «temos muito para fazer, agora que o novo Quadro de Referência Estratégico Nacional nos pôs à disposição instrumentos financeiros essenciais», realçou.

Para o futuro, garante que continuará «a contar com o apoio do Governo Central, com o qual prosseguirei o diálogo com firmeza e exigência» numa atitude que «não tem que ser exibida em nenhuma espécie de rito cerimonial, nem com voz alterada», tendo é que «saber exercer a influência no tempo e nos lugares certos. Diz mesmo que «os resultados, só não os vê quem não quer», apontando «o empenho do Ministério da Economia» na «manutenção de empresas vitais para a Guarda, como a Delphi» e no «apoio à conclusão e à instalação dos primeiros operadores da Plataforma Logística». Sublinhou também que «nada é fácil e nada é simples», mas «onde alguns só vêem obstáculos, pessimismo e derrotismo, outros têm que encontrar oportunidades, desafios e ambição».

Sedes de campanha de PS e PSD distam 50 metros

Durante o seu discurso, Joaquim Valente anunciou ainda que a sua sede de candidatura já está aberta, no espaço onde funcionou a Livraria Académica, também conhecida como “Papelaria Casimiro”, que encerrou as portas no início do ano. O candidato espera que o espaço na Rua Alves Roçadas, junto à praça dos táxis, «volte a ser um lugar simbólico de discussão e debate sobre os anseios da Guarda». Entretanto, também o candidato do PSD à Câmara da Guarda, Crespo de Carvalho, já definiu o local onde vai ficar localizada a sua sede de campanha. Trata-se do espaço, onde funcionou até há pouco tempo o estabelecimento comercial “Pétala da Torre”, localizada a cerca de 50 metros da sede do seu opositor e que curiosamente foi sede de campanha da candidatura de Maria do Carmo Borges que saiu vencedora em 2001.


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