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Edição de 11-10-2018
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Arquivo: Edição de 04-10-2018

Secção: Espaço Público

Transportes, estamos entregues...
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Domingo, 30 de setembro de 2018, século XXI na Europa e em Portugal. Pelas 8h55, estação terminal rodoviário, onde vários passageiros se dirigem à bilheteira para adquirir um título de transporte, vulgo bilhete, para o(s) autocarro(s) das 9h50 com direção a Braga via Castelo Branco/Covilhã.

Os passageiros são informados na bilheteira que o autocarro está esgotado. Indaga-se porquê um e não duas viaturas, como está assinalado no placard de informação. Os utentes são remetidos para o chefe do terminal, o qual nos informa que apenas pode falar em nome da Rede Expressos, uma vez que a operadora para o serviço que pretendíamos, é a City Expresso, sugerindo-nos que se indague junto ao terminal 12 da mesma estação. Uma vez no local deparamos com o mesmo encerrado e com o mesmo vazio de informação. Nada.

Afinal, estamos na capital do “reino”, em pleno século XXI, no tempo das novas tecnologias de informação que, a ser correta e inteligentemente utilizadas, poderiam resolver muitos destes problemas do dia a dia, mas prefere-se o deixa andar, o utente que se desenrasque.

Estávamos na expetativa que a viatura 33A, que estava assinalada no placard de informação, fizesse o serviço como estava indicado. Ninguém informou ninguém.

Restou, como alternativa, recorrer ao comboio. Chegados a Santa Apolónia, constatamos que havia uma greve já em curso, mas os comboios para a Beira Baixa não estavam suprimidos. Para contentamento dos utentes. Mas só até Castelo Branco! Para chegar ao interior profundo, a tal Beira Interior, Fundão Covilhã e Guarda, teria que se aguardar por outro comboio, caso viesse a realizar-se. Período de greve.

Cabe concluir. A tal City Expresso, empresa que detém o quase monopólio do transporte rodoviário de passageiros na Beira Interior, continua a tratar-nos a seu belo prazer. E o exemplo citado ilustra mais uma vez o desrespeito que existe para com os cidadãos. Ainda por cima, num dia de greve nos comboios o serviço rodoviário deveria, pensamos nós, estar reforçado de modo a precaver situações como a que se refere.

Afinal, andam mesmo a brincar com coisas sérias. Ou será que os senhores administradores das empresas públicas e afins conhecem na realidade as necessidades do país profundo! Não me parece. Francamente.

António Pinto Pires, Covilhã


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