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Edição de 11-10-2018
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Arquivo: Edição de 04-10-2018

Secção: Cultura

Exposição
O experimentalismo do grupo KWY na galeria do TMG
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A galeria de arte do TMG tem patente uma exposição de arte contemporânea do grupo KWY, cujas obras fazem partem da coleção da Fundação de Serralves. Intitulada “Um Realismo Cosmopolita: o grupo KWY na Coleção de Serralves”, a mostra foi inaugurada no sábado e pode ser visitada até 3 de novembro.

Inspirando-se no «espírito cosmopolita e experimental» da revista francesa KWY, este coletivo de artistas lusos e estrangeiros foi responsável «pela abertura da arte portuguesa ao contexto internacional», adianta o TMG. Na Guarda podem ver-se obras de António Areal, François Dufrêne, Raymond Hains, Bernard Heidsieck, Jorge Martins e Manolo Millares, que colaboraram no projeto editorial KWY, e publicações como a “Daily Bul”, a “Sens Plastique” ou a “Dé-collage”. A exposição reúne trabalhos que correspondem a um período mais lato que o da existência da revista e dividem-se em quatro momentos distintos.

Um dos períodos reflete a abstração a que os artistas se encontravam filiados no final da década de 1950, e outro aborda a exploração visual e sonora de palavras e signos. Um terceiro capítulo é dedicado à colagem, aos objetos e às ações de rua e, finalmente, o último período, revela «a renovada vitalidade da pintura figurativa a partir da década de 60». Constituído pelos artistas portugueses Lourdes Castro, René Bertholo, António Costa Pinheiro, João Vieira, José Escada e Gonçalo Duarte, pelo búlgaro Christo e pelo alemão Jan Voss, o grupo congregou-se em Paris (França), em torno da edição da revista KWY, que foi publicada entre 1958 e 1964.

A designação KWY foi escolhida com a reunião das três letras que na altura não se encontravam incluídas no alfabeto português. A exposição é organizada pelo TMG, em parceria com a Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, do Porto.


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