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Edição de 20-09-2018
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Arquivo: Edição de 13-09-2018

Secção: Cultura

Filólogo e investigador espanhol recebeu Prémio Eduardo Lourenço na Guarda
Basilio Losada é «uma enciclopédia viva» para Eduardo Lourenco
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O professor, investigador e escritor espanhol Basilio Losada Castro recebeu o Prémio Eduardo Lourenço na passada sexta-feira, na Guarda, um galardão que considerou «muito importante».

Numa cerimónia realizada na biblioteca batizada com o nome do pensador português, Basilio Losada disse que não esperava esta distinção e foi muito elogiado pelo patrono do Centro de Estudos Ibéricos (CEI), organismo que atribui este galardão desde 2004. Para Eduardo Lourenço, o professor de 88 anos é «uma espécie de enciclopédia viva» e tem-se destacado pelo seu trabalho como investigador das línguas e culturas galega e portuguesa. «Tem uma obra incrível, de traduções que nunca mais acabam. Uma obra inteira dedicada à divulgação do seu pensamento e dos outros», acrescentou o ensaísta, que se confessou surpreendido por Basilio Losada já ter ouvido falar de si. «Não quero mais como recompensa», declarou Eduardo Lourenço.

O júri reconheceu «o mérito de Basilio Losada como filólogo e investigador da língua e cultura galega e portuguesa, que reúne na sua biografia uma característica que o singulariza no contexto das relações e estudos de natureza ibérica: é natural da Galiza e estudioso da sua cultura e literatura, e foi o primeiro catedrático de Filologia Galega e Portuguesa na Universidade de Barcelona, onde desenvolveu a sua vida profissional». O Prémio Eduardo Lourenço tem o valor de 7.500 euros e pretende distinguir a intervenção relevante no âmbito da cultura, cidadania e cooperação ibéricas. A professora catedrática de Cultura Greco-Latina Maria Helena da Rocha Pereira (2004), o jornalista Agustín Remesal (2006), a pianista Maria João Pires (2007), o poeta Ángel Campos Pámpano (2008) e o professor catedrático de Direito Penal Jorge Figueiredo Dias (2009) foram os primeiros galardoados. Seguiram-se os escritores César António Molina (2010) e Mia Couto (2011), o teólogo José María Martín Patino (2012), os professores e investigadores Jerónimo Pizarro (2013) e Antonio Sáez Delgado (2014). A escritora Agustina Bessa-Luís (2015), o romancista Luis Sepúlveda (2016) e o jornalista e escritor Fernando Paulouro Neves (2017) foram outros dos vencedores deste prémio.


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