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Edição de 12-07-2018
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Secção: Desporto

As chegadas nas Penhas da Saúde (Covilhã) e Albufeira (Algarve) são as grandes novidades da 80ª edição da prova, que vai para a estrada a 1 de agosto
Volta a Portugal prescinde de final de etapa na Torre
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Guarda perde chegada e acolhe partida da etapa rainha a 4 de agosto
Guarda perde chegada e acolhe partida da etapa rainha a 4 de agosto  Clique na imagem para a aumentar.
A chegada da quarta etapa às Penhas da Saúde (Covilhã) é a grande novidade da 80ª edição da Volta a Portugal em bicicleta, que acontece de 1 a 12 de agosto e não terá, pelo terceiro ano consecutivo, uma chegada à Torre.

Ao quinto dia da prova o pelotão vai partir da Guarda para enfrentar 171,4 quilómetros de grande dificuldade naquela que será a etapa rainha deste ano. Está prevista uma contagem de categoria especial, já depois dos ciclistas terem passado pela Torre, o ponto mais alto de Portugal continental, também da máxima dificuldade. Além desta chegada na alta montanha, que já não acontecia há 22 anos, as grandes decisões da 80ª edição da Volta devem ficar guardadas para os dois últimos dias. A nona e penúltima etapa vai trazer a sempre aguardada chegada à Senhora da Graça, em Mondim de Bastos, após 155,2 quilómetros. Já no dia 12 o sucessor do espanhol Raul Alarcón (W52-FC Porto) será conhecido no final de um contrarrelógio de 17,3 quilómetros, menor que o de 2017 (20,1).

A Volta a Portugal vai começar em 1 de agosto, com um prólogo de 1,8 quilómetros em Setúbal, que substitui Lisboa, que não ficava fora do mapa da prova desde 2008. A primeira etapa em linha ligará Alcácer do Sal e Albufeira (191,8 quilómetros), naquele que é o regresso do Algarve à prova. A segunda etapa será a maior desta edição com 195,8 quilómetros, entre Beja e Portalegre. Já a zona afetada pelos grandes incêndios de 2017 será homenageada na terceira etapa, de 175,9 quilómetros entre a Sertã e Oliveira do Hospital, que deverá ser acompanhada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. O 4 de agosto é dia da Serra da Estrela e no seguinte o pelotão cumprirá a quinta etapa, antes do dia de descanso, entre o Sabugal e Viseu com 191,7 quilómetros. A 6 de agosto os ciclistas vão ligar Sernancelhe, que recebe pela primeira vez uma partida da Volta, a Boticas, num total de 165,4 quilómetros.

A segunda chegada em alto acontece à sétima etapa, no Santuário de Santa Luzia, em Viana do Castelo, uma contagem de terceira categoria, colocada 165,5 quilómetros após a partida de Montalegre. Segue-se uma etapa de transição, a mais curta em linha (147,6 quilómetros), entre Barcelos e Braga (quilómetros). Vão participar 21 equipas, entre as quais as nove continentais portuguesas e outras sete estrangeiras do mesmo escalão. Na apresentação oficial da Volta, Joaquim Gomes, diretor da prova, salientou «o regresso dos finais à Serra da Estrela», depois de nos dois últimos anos a Guarda ter recebido a etapa rainha. «Essa foi transferida para as Penhas da Saúde e para a Covilhã. Após a passagem pela Torre, os corredores vão descer o Vale Glaciar em direção a Manteigas e depois passar pela cidade da Covilhã, antes da subida final», declarou.


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