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Edição de 12-07-2018
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Arquivo: Edição de 11-01-2018

Secção: Atualidade

Américo Rodrigues substituído por Dulce Helena Borges
Tempo de leitura: 2 m
 
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O presidente da Câmara Municipal da Guarda, Álvaro Amaro, apresentou hoje o novo organograma da edilidade em reunião geral de trabalhadores que decorreu esta tarde no Grande Auditório do Teatro Municipal da Guarda (TMG). Entre outras alterações, destaca-se a substituição do coordenador da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço (BMEL), Américo Rodrigues, por Dulce Helena Borges.

Segundo o presidente da Câmara Municipal da Guarda, a reorganização de alguns serviços pretende «robustecer o trabalho sem o perder» e «contribuir para a felicidade, cooperação e premiar isso».

O poeta e ator Américo Rodrigues foi diretor do TMG até ser demitido dessas funções por Álvaro Amaro em novembro de 2013, pouco tempo depois do autarca ter tomado posse como presidente da Câmara da Guarda. Posteriormente, Américo Rodrigues concorreu ao lugar de coordenador da BMEL, lugar que abandona agora para regressar à Câmara e ocupar funções na área da Educação (já a partir da próxima segunda-feira). Segundo Álvaro Amaro, Américo Rodrigues irá agora «coordenar dois ou três projetos socioeducativos e reforçar o serviço de Educação». O presidente da Câmara deu este exemplo "de mobilidade", num contexto de incentivar o «maior empenho dos trabalhadores da autarquia».

Dulce Helena Borges foi até 2014 diretora do Museu da Guarda, onde atualmente exercia funções de técnica superior, e irá ter como sub-coordenadora Ana Luísa, que já exercia essas funções com Américo Rodrigues. Segundo Álvaro Amaro, com esta mudança pretende-se implementar na BMEL, nomeadamente, um trabalho de arquivo da historiografia da Guarda.


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Comentários dos nossos leitores
CARLOS PISSARRAlimapissarra@gmail.com
Comentário:
Hoje, 13 de Janeiro de 2018, Américo Rodrigues estará em Coimbra, no lançamento de “Parlatório”. .. Parbéns, Américo Rodrigues! http://www.po-ex.net/noticias/conferencias-e-apresentacoes/lancamento-de-parlatorio-de-americo-rodrigues-salao-brazil-coimbra-13-1-2018 Oportunamente, felicitei Américo Rodrigues por este seu texto. Aqui o recordo… porque entendo que o momento é oportuno! Cito Américo Rodrigue: “…optarei sempre pela liberdade. Dizer o que penso!!! E não haverá medíocre que tenha forças para me calar…” “Que não restem dúvidas, pelo menos para os meus amigos: só continuo a viver na Guarda por razões económicas. Se as minhas condições fossem outras mudava-me já amanhã! A cidade voltou a ser, como na minha adolescência, asfixiante, domesticadora, castradora, provinciana, reaccionária e repressora. Há anos que me sinto a mais, O cidade é governada por gente que não tem qualquer relação afectiva com ela (ia a dizer "amor") e que não constrói uma ideia de "pertença" à domus, pondo em causa continuamente a memória e o imaginário colectivos. Voltou a haver "donos" da cidade, que têm uma ideia de progresso própria de patos bravos e novos ricos. Nada constroem para o futuro mas entretêm-nos com festarolas (alienação) e discurso demagógico que não contém qualquer ideia sustentável e sustentada de desenvolvimento da cidade. Depois de alguns anos de negligência (talvez, imobilismo) em diversos sectores, a Guarda baixou os braços: parece acreditar na pobreza discursiva de um líder que se assume como arrogante e implacável no "quem manda sou eu", mas também na gestão de pequenas vendettas; nos eventos/inventos de fraca qualidade e de grandes custos; na criação de ilusões (como na magia barata) de que a Guarda está no mapa de Portugal (basta estar atento aos jornais nacionais ou a um mero suplemento de turismo ou de cultura: tanto dinheiro para nada; nem na agenda!). Acrescente-se que a massa crítica foi dizimada (o povo, na sua sabedoria, diz que há para aí um coro de pequenos cães de porcelana que abanam a cabeça em sincronismo encenado). Ou seja, a pergunta: impõe-se: que futuro? Sair da Guarda, É o que desejo fazer. Numa terra em que a promiscuidade entre o poder e alguns empresários, e certa imprensa, é uma evidência (ao ponto de um director de um órgão de c.s. conduzir uma verdadeira cruzada a favor "daquele que vai vencer" - como fez com o anterior- na esperança de um bom lugar para a sua senhora), o que podemos esperar? O que podemos esperar de uma terra de compadrios vários; clientelas ávidas e sôfregas; medíocres promovidos a especialistas; cobardolas encartados; troca-tintas à espera das lentilhas; poluidores levados ao colo, de comportamento "branqueado"; meninos e meninos empreendedores à custa de erário (eles escrevem "herário") público; oportunistas conceptuais que vêem aqui a terra de cegos; marqueteiros de terceira categoria que impingem o que outras cidades dispensam; alugadores de fantasias; comerciantes do pechisbeque "coltural" (gajos que miam mas que têm boa pinta, agentes de pacotes "compre dois artistas e leve de borla um terceiro... horrívelo); mordomos de festinhas ao chefe (janeiras, marchas, desfiles, bonecas, etc.); gente que instrumentaliza crianças, idosos, colectividades; relações públicas mal formadas para quem é mais importante a foto do que o acontecimento em si, etc. O que está a acontecer? O conformismo de admitir: "este sempre faz mais do que os outros", "este, pelo menos, faz festas e outras coisas". Sim, o povo a conformar-se com pequenas coisas, que nunca é capaz de concretizar. Coisas! Quer lá saber de que em vários anos não tenha sido criada uma só empresa expressiva no nº dos postos de trabalho criados ou de que não tenha sido erguido um só equipamento público (o que temos, como o Teatro, o Polis, o Parque, o CEI, o Pavilhão, a Biblioteca, etc., é obra de outros e... estava TUDO a funcionar!), que se destruam (em nome de progressos enevoados, que esquecem História e pessoas) marcas do imaginário colectivo da Guarda que amávamos. Sim, que Guarda é esta, do marketing amador, dos eventos copiados de outras terras, das vernissages e das finissages, dos acontecimentos xuxiais em que ninguém parece saber o que está ali a fazer (a não ser mostrar a roupa nova); das feiras, das barracas e das barracadas. E, para além do mais, o "culto de uma personalidade" que está a ser desenvolvido na cidade: tv própria, facebook, convites directos, arregimentação, pressão, etc., A Guarda, em breve, estará irreconhecível. A minha Guarda, a Guarda dos que cresceram aqui e escolheram viver aqui está a desaparecer. Pouco a pouco. Hoje passei pela Rua do Comércio: como é possível achar que aquilo é "requalificação"?! Umas luzes e uns bancos de madeira!!! Só a imagem (má, por sinal) conta, o substancial pouco parece interessar. Ali ao lado, o centro histórico morre. Ao lado dos bancos floridos e das luzes em estendal. Sim, é paradigmático: não interessa o identitário e a sua animação, o que parece interessar são as fotos de flores que duram uma semana. A minha Guarda (posso dizer "minha" porque cresci aqui e vivi sempre aqui) é uma pequena cidade que acreditou (mais uma vez) em promessas que se revelam ser, apenas, de imagem, de marketing enganador, de eventos, de actividades pontuais e circunstanciais sem consequências sociais e económicas. Precisávamos de políticas e oferecem-nos...uma mão cheia de nada (placas que anunciam e que se bastam a si próprias; será mais importante a placa de lona do que a concretização do que anuncia). Como viver numa cidade onde não há verdadeiramente democracia? Onde pessoas como eu (que julgo ser público que me entreguei por completo à causa da Cidade) são marginalizadas (o 1º afastado!), constrangidas, ameaçadas? O medo impera na Guarda. E a sua imposição é também responsabilidade de quem, para agradar, é cúmplice de um poder que se entende ser de um homem só. (Sabem, por exemplo, que apesar de ter uma vida activa no plano criativo, sou "silenciado" num órgão de imprensa há quase 4 anos?! Adivinhem em qual e porquê). A prosa torrencial vai longa. Declaro: só ainda não saí da Guarda por razões económicas. Porque ao contrário de certos servidores do poder não tenho nem fortuna pessoal nem benesses que advém da venda do "silêncio". Mas hei-de conseguir sair! Ou, então, a Guarda há-de voltar a ser amada e não a ser "usada" e "deitada fora". Ps. Como calcularão, tudo o que digo terá correspondente "castigo". Sei-o bem. Seria mais fácil calar-me (talvez até me convidassem para falar numa rádio, que é forma de "calarem" alguns). Mas optarei sempre pela liberdade. Dizer o que penso!!! E não haverá medíocre que tenha forças para me calar. Tenho sofrido bastante nos últimos anos. A maior parte das vezes sou uma "inexistência". O tempo é dos bajuladores e das ratazanas. Até um dia!!!”
 
l.botasl.botas@hotmail.com
Comentário:
É um saneamento politico?
 

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