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Edição de 16-11-2017
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Arquivo: Edição de 07-09-2017

Secção: Atualidade

Coligação "Guarda em Primeiro" propõe redução de impostos
Tempo de leitura: 2 m
 
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A coligação "Guarda em Primeiro" (CDS-PP, MPT e PPM), que concorre à Câmara da Guarda, apresentou hoje um programa eleitoral «realista» e «funcional».

«Não propomos obras megalómanas, não propomos um programa de “show off”, não criamos realidades virtuais», afirmou Carlos Adaixo na sessão de apresentação do documento, esta tarde na sede da candidatura.

As propostas para os próximos quatro anos incluem investimentos que terão retorno «do ponto de vista económico e social» e «podem ser exequíveis», afirmou o candidato à presidência da autarquia, que considera que os equipamentos que já existem na Guarda «são suficientes», pelo que disse não ser necessário gastar mais dinheiro nessa área.

«É possível melhorar as condições de habitabilidade dos guardenses com o mesmo orçamento camarário que existe atualmente. Apenas será necessário deslocar algumas verbas mal utilizadas em determinados setores para outros mais importantes», afirmou.

O programa assenta em quatro vetores fundamentais que correspondem às necessidades da Guarda nas próximas décadas: investimento e emprego, ação social, cultura e património e ambiente. Entre outras propostas, a candidatura “Guarda em Primeiro” defende a criação de uma Agência para o Investimento e Emprego (denominada InvestGuarda), a redução de impostos municipais, o reforço da mobilidade urbana, a criação de uma "fábrica de cultura" para apoio a criadores locais e a despoluição dos rios Diz e Noéme.

A criação de uma aplicação para telemóveis que permita aos munícipes aceder a toda a informação camarária (contas de água, deliberações, contratos públicos, ajustes diretos, etc.) é outra proposta.


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Comentários dos nossos leitores
mikemikealfa@hotmail.com
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Excelente visão de futuro. Problema vai ser pagar a fatura do despesismo patético dos últimos meses, desde o mamarracho do elevador à noite branca. A dívida às Águas de Portugal é de 25,8 milhões de euros, todos os dias a aumentar. Será preciso um plano para renegociar e começar a pagar essa divida monstruosa. Tivemos muita irresponsabilidade e incompetência.
 

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