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Edição de 16-11-2017
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Arquivo: Edição de 23-01-2014

Secção: Sociedade

A Guarda tinha, em dezembro, menos 158 desempregados com idades até aos 34 anos do que um ano antes
Emigração faz recuar desemprego jovem na região
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Nos últimos dois anos terão emigrado cerca de 240 mil pessoas.
Nos últimos dois anos terão emigrado cerca de 240 mil pessoas.
O desemprego voltou a descer na região em dezembro, tendência que acompanha o fluxo contínuo de emigrantes, nomeadamente nos escalões etários mais baixos. Os desempregados até aos 34 anos “pesam” cada vez menos nas contas dos concelhos do distrito da Guarda e Cova da Beira, sendo que, no mês passado, representavam 35,9 por cento do total quando, há um ano, chegavam aos 36,7 por cento, tendo em conta dados do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Se compararmos os dados relativos aos meses de novembro e dezembro, a região “perdeu” 93 jovens desempregados, mas o aumento registado nas idades superiores leva a que a redução geral se fique pelos 70, o que equivale a menos cinco por cento. Contas feitas, os municípios que mais contribuem para a descida do número de desempregados até aos 34 anos no mês de dezembro são a Covilhã, com menos 48 jovens, e o Fundão, com menos 44. O concelho covilhanense é, ainda assim, aquele que tem mais desempregados nos escalões mais baixos (menores de 25 e dos 25 aos 34 anos) e o único a ultrapassar os mil jovens nesta situação. Segue-se a Guarda que, em dezembro, tinha 945 jovens desempregados quando, um mês antes, chegava aos 961. Por sua vez, se atendermos aos dados de dezembro de 2012, a diferença mais considerável regista-se na Guarda que, no período de 12 meses, viu sair ou empregou 158 jovens. Já a Covilhã “perdeu” 77 desempregados jovens, com os aumentos nas idades mais baixas a acontecerem apenas em Belmonte (mais 32), Celorico da Beira (mais 15), Fornos (mais cinco) e Sabugal (mais 11).

Depois de se ter atingido um novo máximo histórico em 2012, no que diz respeito à emigração, com 121.418 portugueses a saírem do país, os números mais recentes apontam para que entre 100 a 120 mil tenham feito o mesmo no ano passado, indicou José Cesário, secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, à Lusa. Contudo, o governante acredita que este número não poderá aumentar muito mais, pois «não há empregos [noutros países]».


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