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Edição de 16-11-2017
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Secção: Sociedade

Piso térreo do novo pavilhão já acolhe 90 por cento do serviço de consultas externas
Parte do novo bloco do Hospital da Guarda abriu portas na segunda-feira
Por: Sara Quelhas
Tempo de leitura: 4 m
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A manhã de segunda-feira foi marcada por alguma “confusão”
A manhã de segunda-feira foi marcada por alguma “confusão”
O novo bloco do Hospital da Guarda acolheu os primeiros serviços na passada segunda-feira, altura em que 90 por cento das consultas externas passaram a funcionar no piso térreo. Ausentes estão, por enquanto, as consultas de Cardiologia e Obstetrícia, bem como a de Oftalmologia e a área de exames de Cardiologia, sendo que a Oftalmologia e a Obstetrícia deverão ser as próximas a transitar para o pavilhão.

O serviço de consultas externas está agora num espaço «mais airoso e com menos constrangimentos», disse João Correia a O INTERIOR, adiantando que foram criadas «quatro áreas funcionais e autónomas, que alimentam várias especialidades e permitem que as pessoas dispersem por vários espaços». O diretor do serviço acredita que a mudança representa uma melhoria para profissionais e utentes, pois «não temos aquela noção de estar tudo acumulado», como acontecia no edifício anterior. A alteração também é elogiada por quem foi às consultas na passada segunda-feira, ainda que tenha havido queixas de alguma “confusão” durante a manhã. «Achei um pouco confuso porque havia pouca informação», declarou Raul Viegas, adiantando que «tinha uma consulta de medicina interna e fui primeiro ao edifício antigo, andei um pouco às “aranhas”».

O utente acredita que o atraso na abertura do novo pavilhão foi «prejudicial» para a população, uma vez que «é uma obra essencial e a Guarda estava a precisar deste espaço». A esposa, que o acompanhou, mostrou-se satisfeita com o novo bloco, pois «tem melhores condições e as pessoas há muito que esperavam que abrisse. É bom para a cidade», considera Helena Viegas. Por sua vez, Lisdália Julião destacou as comodidades do espaço, considerando que «não tem nada a ver» com o anterior: «Temos vindo pouco aqui, mas acho que está bonito», afirmou, ressalvando que esta abertura «já devia ter sido há mais tempo». No banco ao lado, a filha concordou e salientou a organização das diferentes funcionalidades: «As listas das cores com as indicações são uma boa aposta, sobretudo para as pessoas mais idosas», reconheceu Sónia Julião. Estas fitas ajudam os pacientes a orientarem-se no espaço, uma vez que as cores correspondem às áreas funcionais e respetivas consultas.

Depois da consulta externa estar a funcionar em pleno, será transferido o internamento e, posteriormente, os restantes serviços hospitalares. O novo bloco está integrado na primeira fase de remodelação e ampliação do Hospital Sousa Martins, orçada em mais de 55 milhões de euros. O edifício tem quatro pisos e está ligado ao espaço onde funcionam atualmente as Urgências, sendo que vai acolher, no rés-do-chão, as consultas externas, serviços de imagiologia, urgência, setor de exames especiais e esterilização, entre outros. Por seu lado, no piso -1 deverão funcionar as áreas técnicas, farmácia, medicina legal e armazém, enquanto no piso 1 ficam o bloco operatório, o internamento, as unidades de cuidados intensivos e intermédios e o laboratório. Já o -2 fica reservado a estacionamento.

Hospital deve funcionar em pleno a partir de abril

«Espero que daqui a três ou quatro meses tudo esteja a funcionar em pleno», disse Álvaro Amaro aos jornalistas, após visitar as consultas externas no novo bloco hospitalar, pronto a ser usado desde o verão, na passada segunda-feira. Para o presidente da Câmara, este é o primeiro passo para a Guarda «reivindicar aquilo a que tem justo direito, porque oferece melhores condições do que até aqui».

E o edil defende que as prioridades devem passar por aí: «Que me interessa haver muito tijolo e muito betão se não tiver cá a capacidade e os recursos humanos instalados?», sublinhou, focando todas as atenções na conclusão efetiva da primeira fase. «Ainda hoje não percebo totalmente as razões por que se teve de esperar tanto tempo», afirmou Álvaro Amaro.


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Comentários dos nossos leitores
Aaluizsaraiva@bol.com.br
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noticia muito boa ,e parabens a reportagen do jornal o interior ,
 

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