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Secção: Cara a Cara

Cara a Cara - David Neves
«“Numa Bola de Sabão” é um projeto que nasce para estar sempre ligado a uma causa»
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David Neves
David Neves
P – Como surgiu o projeto “Numa Bola de Sabão”?

R – O projeto surgiu há dois anos. Começámos a criar musicas originais, participamos em festivais da canção e daí surgiu-me a ideia de criar um espetáculo onde pudesse juntar todos os cantores que já participavam comigo e convidar bastantes amigos a integrar o projeto. Na situação inicial, há dois anos atrás, foi uma reunião de amigos um bocadinho atribulada, um bocadinho amadora e desta vez, nesta apresentação no TMG, o projeto subiu ao palco mais trabalhado, mais pensado e com objetivo concreto das apresentações.

P - Qual o balanço do espetáculo do passado sábado no TMG?

R – É muito positivo. Quando arrancámos desta segunda vez com o projeto, a ideia era chegar a cinco ou seis cidades do distrito da Guarda visto que todos os participantes são do distrito. A estreia aconteceu em setembro de 2011, em Pinhel, e a primeira apresentação na Guarda realizou-se no dia 30 de novembro 2013 no auditório do IPJ, que esgotou. Em dois ou três dias, os bilhetes estavam todos vendidos também devido à limitação de lugares. No último sábado ficou então comprovado que o projeto ganhou asas e chegou a bastante público. O balanço é muito positivo, a imagem que passou foi que o grande auditório estava cheio, houve gente que – e aí pedimos desculpa – não teve bilhetes. Fomos informados que tiveram que sair porque o espetáculo estava esgotado.

P - Qual o valor angariado e por que instituições vai ser distribuído?

R – Em termos de valor, não sei ao certo. Pelo número de lugares e pessoas que entraram, acho que deve ter rondado os 1.400/1.500 euros, se não estou em erro. Uma das grandes instituições que vai ser contemplada, e devido à participação de um elemento no projeto, é “Despertar do Silêncio” – Associação de Surdos da Guarda.

P - Quais as entidades/associações envolvidas neste projeto? E onde atuaram até ao momento?

R – Não há associações e entidades envolvidas diretamente no projeto. São pessoas em nome individual que o integram. Depois, temos inúmeras pessoas que se foram associando, apoiando e foram acreditando no projeto, uma delas foi a Ideias.Guarda à qual devemos o espetáculo do passado sábado no grande auditório do TMG. A nível de atuações, foi a segunda vez que “Numa Bola de Sabão” foi apresentado na Guarda. Mas desde o seu lançamento já atuámos em mais três cidades do distrito, Vila Nova de Foz Côa, Almeida e Pinhel.

P – Há mais algum espetáculo agendado? Poderá continuar com um novo formato?

R – Neste momento há vários convites a surgir. Como sabem, o projeto nasce de cariz social, são projetos pontuais não é uma banda, não é um grupo de teatro, é um projeto que nasce para estar sempre ligado a uma causa, o que seja necessário, seja causa social, de sensibilização, seja o que for preciso o projeto renasce. Neste momento há muitos convites, as pessoas foram vendo e no final deste espetáculo recebemos convites para Braga, Fundão, Covilhã e outras localidades do distrito. Vamos agora pensar quais serão as próximas atuações no futuro. O formato do espetáculo, do projeto em si, foi pensado e idealizado em parte por mim, visto ser o seu mentor, portanto, tomará sempre linhas idênticas ao que foi até agora dado ser uma linha característica de mim próprio.

P - Quantas instituições já apoiou o projeto “Numa Bola de Sabão”?

R – De cabeça não sei. Sei que a nível da primeira atividade, na Guarda, foram três. Em Foz Côa encaminharam para a Santa Casa da Misericórdia, em Almeida foi para a ASTA, em Pinhel apoiámos a Associação Multideficiência local e agora na Guarda foram mais três ou quatro instituições. Já deve chegar quase às quinze instituições.

P - A população do distrito da Guarda é solidária?

R – Sim, muito. Vemos isso no “feedback” que temos recebido nos espetáculos e, posteriormente, a nível das redes sociais. A população da Guarda está muito sensibilizada.

P – Que outros projetos poderão ser desenvolvidos pelos parceiros?

R – Os projetos estão sempre a ser desenvolvidos e daí surgir este. Cada elemento tem a sua atividade. Estamos a falar de pessoas do projeto, a viver da música, temos bailarinos que são professores de dança e de educação física, gente do teatro que tem outra profissão e que participa em vários projetos. Portanto, cada um deles vai continuar a ter os seus projetos. Este é um projeto diferente que reúne uma grande família, mas cada um deles vai continuar com o seu projeto.


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