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Edição de 07-12-2017
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Secção: Cultura

Dora Tracana expôs recentemente no Museu da Guarda com “Figuras no Mosteiro”, o resultado de uma residência artística
A escultora de memórias
Por: Sara Quelhas
Tempo de leitura: 2 m
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A escultora reside em Coimbra desde os 10 anos
A escultora reside em Coimbra desde os 10 anos
As memórias e opções marcam o ritmo com que se constrói a identidade do artista e da obra. A “revelação” de Dora Tracana começou com a escolha do curso: «Felizmente optei por seguir o caminho que a minha mãe apontou e é na escultura que me sinto realizada», confessa a escultora.

A residir em Coimbra desde os 10 anos, a professora não esquece a Guarda, onde nasceu: «No que construo estão presentes as minhas memórias, muitas vezes inconscientemente, pois o local tem especial relevo na formação da identidade», refere Dora Tracana. Nunca abandonou, por isso, Panóias, a aldeia dos avós, onde foi «muito feliz»: «A memória tem o poder de reativar certas experiências que projeto explorando conteúdos estéticos e poéticos da arte», acrescenta. O processo criativo tem as suas nuances: os prazos podem trazer algum «stresse», mas a construção «tem sido muito zen», descreve a escultora. «Quando surgem ideias há uma sensação mágica, mas o tempo de construção depende da energia, frenesim e disponibilidade», refere.

Neste percurso, a realização de uma residência artística no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha (Coimbra) assume um destaque especial. «Permitiu uma exposição itinerante pela rede de Museus no Centro em 2012», conta, referindo-se a “Figuras no Mosteiro”. A estas peças juntaram-se obras temáticas pensadas para cinco museus, entre eles o da Guarda. O trabalho realizado e a boa aceitação do público deram origem ao convite para «a realização de peças identitárias disponibilizadas nas lojas dos museus associados», adianta a artista. Agora são as suas peças que fazem uma viagem que conhece bem, mas que desperta emoções «contrastantes»: «Ao expor na Guarda senti alegria, mas também a falta de familiares que ligava a essa cidade», confessa. Quanto a ambições, Dora Tracana mantém a vontade de criar, ressalvando que «para isso tem que se vender, o que não é fácil».

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