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Edição de 23-05-2013
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Secção: Última

Espanhóis contra as portagens nas antigas SCUT
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A Federação Espanhola de Transportadores (Fenadismer) recusa os novos sistemas de portagem que facilitam a cobrança aos estrangeiros nas autoestradas portuguesas e defendeu a sua supressão, insistindo na necessidade de favorecer a cooperação transfronteiriça, noticiou a agência Efe.

Os equipamentos foram inaugurados na segunda-feira, mas o secretário-geral da Fenadismer declarou à Efe que a associação sempre defendeu a «supressão» das portagens ou, pelo menos, a criação de espaços sem estas cobranças, num raio de 100 quilómetros nas zonas transfronteiriças, para favorecer a cooperação. Juan Antonio Millán afirmou ainda que é necessária uma unidade de ação entre Portugal e Espanha para que, como Estados periféricos, solicitem à União Europeia «uma compensação nas portagens para a Europa para facilitar as [suas] exportações». O dirigente sindical sustentou que não se pretendem sistemas de pagamento «mais ágeis» e classificou a cimeira do Porto como «uma burla» para as pretensões feitas por transportadores, cidadãos e empresários. «O que fizeram foi materializar a interoperatividade, que implica cobrar a toda a gente, isto é, que ninguém escape e encaixar mais», criticou, acrescentando que a Fenadismer apresentou ao governo espanhol «o protesto mais enérgico» pelo que está a acontecer.


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Comentários dos nossos leitores
carloschtau@clix.pt
Comentário:
Deviam era de abolir as portagens, pelo menos até a Guarda. As alternativas não existem, as únicas existentes são as nacionais. Alem do mais, as estradas nacionais estão todas degradadas e sem manutenção. No estrangeiro, por exemplo em França e outros, nos acessos não se paga portagens (entre 30 a 40 Km antes das grandes cidades, além dos preços avultados que se cobram no nosso pais). Enfim, neste país tudo é possível, graças aos nossos políticos corruptos e imunes aos seus feitos. Daí que a economia de Portugal esteja na decadência, uma vez que já somos do quarto mundo... Escravatura e manutenção dos salários avultados dos políticos pelos pobres, que são cada vez mais.
 

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