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Edição de 24-07-2014
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Secção: Sociedade

Responsáveis pelas duas unidades defendem a «excelência» nalguns serviços
Hospitais da Guarda e Covilhã disponíveis para reforçar «sinergias»
Por: Ricardo Cordeiro
Tempo de leitura: 3 m
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Ana Manso e Miguel Castelo Branco consideram que é necessário encontrar «novas formas de articulação»
Ana Manso e Miguel Castelo Branco consideram que é necessário encontrar «novas formas de articulação»
Os presidentes dos Conselhos de Administração (CA) da Unidade Local de Saúde da Guarda e do Centro Hospitalar da Cova da Beira não excluem a hipótese de reforçar a cooperação entre as duas unidades. Ana Manso e Miguel Castelo Branco participaram na semana passada num simpósio sobre gestão de saúde promovido por alunos do Mestrado Integrado em Medicina da Faculdade de Ciências da Saúde da UBI.

Os dois responsáveis foram os oradores, juntamente com Manuel Geraldes, presidente do Agrupamento de Centros de Saúde da Cova da Beira, do segundo painel da iniciativa, subordinado ao tema “Centro Hospitalar da Beira Interior: uma união saudável?”, em que a ULS de Castelo Branco não esteve representada. O presidente do CHCB defendeu que «temos que nos tornar mais eficientes e a reforma hospitalar aponta para uma maior articulação entre as diferentes unidades». Miguel Castelo Branco sustentou que «qualquer responsável por estas três unidades sente que é possível fazer mais», exemplificando com os internatos médicos: «Hoje, temos um conjunto relativamente limitado na região por falta de dimensão crítica em muitas das especialidades e com as dimensões que qualquer um de nós tem não é possível trabalhar melhor nesse sentido», disse.

E acrescentou que existe um «conjunto de processos e de procedimentos que também não podem ser feitos em nenhuma das unidades da região precisamente por falta de dimensão». Miguel Castelo Branco assegurou ainda que, «do nosso lado, há todo o interesse em conversar com os nossos parceiros» e, no âmbito de um «processo de relacionamento melhorado e de otimização de utilização dos recursos», o responsável acredita que «ao aumentar a massa crítica» é possível «ter mais prestação de serviços em áreas em que hoje não prestamos e resolver mais problemas, com mais qualidade, segurança e mais localmente». Nesse sentido, disse-se «nada preocupado com aquilo que vamos perder, estou é ansioso por ver o que vamos ganhar». Por seu turno, a presidente do CA da ULS da Guarda realçou que «estamos perante um novo paradigma na saúde», daí que «tudo o que possamos fazer em termos de sinergias e excelência nalguns serviços e complementaridade noutros» deverá ser o «caminho a seguir».

Ana Manso sublinhou que «não estamos a inventar nada» e que a complementaridade entre os três hospitais já era falada há 20 anos, sustentando que «para os novos desafios temos de encontrar novas soluções» e que «temos de encontrar sinergias», sendo que «o que nos deve preocupar é a melhoria do serviço dos utentes e otimizar recursos». A responsável também realçou que «não podemos anular as experiências que entretanto foram desenvolvidas, os projetos que foram sendo consolidados e os investimentos que foram feitos» nas três unidades. De resto, argumentou que, na eventualidade de vir a ser criado o Centro Hospitalar da Beira Interior, o que depende de uma «decisão política», desconhece o que essa medida significará em termos de «encerrar ou deslocalizar serviços e quais os critérios» a seguir. Ana Manso acrescentou que «aquilo que queremos são serviços complementares», sendo que «há serviços que serão sempre básicos e que farão sempre parte dos três hospitais».


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Comentários dos nossos leitores
João santosjoosantos1965@gmail.com
Comentário:
O porque é que de a Saúde está falida http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/saude/vogal-e-suspeito-de-peculato Isto é uma vergonha. Não há dinheiro para medicamentos das pessoas que têm cancro, não há dinheiro para o transporte de idosos que não têm dinheiro mas estes senhores andam de mercedes e têm cartão para o combustível e não satisfeito ainda o usa para o próprio carro? Deviam ter vergonha. (...)
 

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