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Edição de 17-08-2017
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Secção: Sociedade

Assembleia Municipal da Guarda repudiou, por voto secreto, os comentários do “blogger”, que já apresentou queixa contra Baltazar Lopes por ofensas e difamação
Moção contra Américo Rodrigues aprovada
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Facto inédito, a Assembleia Municipal da Guarda aprovou, por maioria, uma moção de repúdio a Américo Rodrigues, por alguns escritos no seu blogue pessoal “Café Mondego”. O caso tem-se arrastado desde Julho, quando Baltazar Lopes escolheu esta tribuna para dirimir um diferendo pessoal com o também director do TMG.

Depois de vários capítulos, o final desta história mal contada foi escolhido por voto secreto, com 56 dos 87 deputados votantes (a AM tem 111 membros) a votar favoravelmente a moção. Contra estiveram apenas 20 eleitos, tendo-se registado ainda 10 votos brancos e um nulo. A votação foi precedida de debate, onde o presidente da Assembleia, João Almeida Santos, esclareceu que o que estava em causa era «tão só o direito da AM defender o seu bom nome, nada mais». Quelhas Gaspar (PS) foi uma das poucas vozes a insurgir-se contra o que se anunciava: «Esta questão nem devia ser debatida neste órgão, cuja missão é fiscalizar a acção da Câmara, por ser de ordem pessoal. É um assunto de tribunal, nada mais», disse. Do BE, Nuno Leocádio resumiu o caso a «um arrufo de comadres» e Aires Dinis (CDU) considerou que Américo Rodrigues devia ser «alvo de reconhecimento em vez de repúdio» por servir o TMG com «exemplar lealdade e dedicação».

Pelo meio, João Correia (PSD) cortou “a direito”. «As afirmações [de Américo Rodrigues] vão muito além do que pode ser o pensamento livre em democracia. São injuriosas e ofensivas para todos nós», declarou, esclarecendo que a moção não tem como destinatário o director do TMG. Dirige-se à «pessoa que coloca em causa a honorabilidade e a postura política dos elementos desta Assembleia, sendo que a finalidade dessas afirmações era minimizar ou denegrir a sua imagem», acrescentou o deputado, recordando o que Américo Rodrigues escreveu no seu blogue nos últimos meses. Quem também avivou a memória dos deputados foi Baltazar Lopes, que voltou a ler excertos dos polémicos “posts” antes de concluir: «Discordo de muita gente, mas não trato mal as pessoas», sentenciou. De resto, nesta sessão o presidente da Junta de Aldeia Viçosa acrescentou mais um “inimigo” à sua causa. Trata-se de Mário Martins, proprietário da Quinta de Santo António e responsável pela Fundação Borboleta Azul. O caso segue agora em tribunal, onde apresentou queixa contra Baltazar Lopes por ofensas e difamação.


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